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terça-feira 23 julho 2024
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Reunião entre manifestantes e Leite termina em tumulto no Palácio Piratini

Reunião entre manifestantes e Leite termina em tumulto no Palácio Piratini

Pelo menos duas pessoas ficaram feridas após encontro entre governador do RS e integrantes do grupo MLB

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Pelo menos duas pessoas ficaram feridas após encontro entre governador do RS e integrantes do grupo MLB

Foto: Fabiano do Amaral

Pelo menos duas pessoas ficaram feridas após encontro entre governador do RS e integrantes do grupo MLB

Uma reunião entre manifestantes do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) e o governador Eduardo Leite terminou em tumulto no Palácio Piratini no final da tarde desta segunda-feira. Os integrantes do MLB entraram no saguão do prédio e foram atendidos pelo governador do Rio Grande do Sul para tratar sobre o tema das ocupações e das famílias desabrigadas da região do Humaitá, da Lomba do Pinheiro, da Santa Rosa e do Sarandi em Porto Alegre.

Depois de negociação, um integrante – que teria agredido um membro da Casa Militar com um soco, segundo a Brigada Militar – foi levado ao Palácio da Polícia, na avenida Ipiranga, pelos deputados estaduais Matheus Gomes (PSol) e Miguel Rosetto (PT). Só então, os cerca de 90 integrantes do grupo popular foram liberados pela Brigada Militar. Os manifestante embarcaram em dois ônibus estacionados na Praça da Matriz e retornaram aos seus bairros de origem.

Origem da confusão

Após o encontro, Leite teria dito aos manifestantes que eles poderiam deixar o local sem transtornos, segundo a representante do movimento, Priscila Voigt. No entanto, uma confusão se iniciou entre os membros do protesto e a Brigada Militar. Um oficial da BM, que serve a Casa Militar, teria recebido um soco no rosto e perdido um dente. Um integrante do MLB também alega ter ficado ferido.

De acordo com o MLB, em razão do atrito, a BM não estava liberando a saída dos ônibus do movimento que estavam estacionados no local, conforme previamente acordado com Leite.

O efetivo policial afirmava que por se tratar de um idoso, a agressão sofrida pelo integrante da Casa Militar era um flagrante delito e o membro do movimento responsável pelo soco deveria ser levado até uma delegacia de polícia. A negociação prosseguiu até o desfecho com a ida do suspeito ao Palácio da Polícia ao lado dos deputados estaduais.

Na versão do MBL, o homem apontado pela BM como o agressor teria sido mordido em um dos dedos da mão pelo idoso tido como vítima. Em razão disso, o manifestante foi ao Palácio da Polícia registrar boletim de ocorrência e solicitar as imagens do sistema de monitoramento do Palácio Piratini para esclarecer os fatos.
Até o momento desta publicação, o governo do Estado não havia emitido posicionamento sobre o tumulto na sede do Poder Executivo.

Correio do Povo




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