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sábado 25 janeiro 2020
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Maioria decide por encerrar greve dos professores em Assembleia Geral do Cpers nesta terça-feira

Suspensão da paralisação teve apoio de 725 servidores contra 539Suspensão da paralisação teve apoio de 725 servidores contra 539

Suspensão da paralisação teve apoio de 725 servidores contra 539 

Por 725 votos a 539, a greve dos professores foi encerrada nesta terça-feira, durante a Assembleia Geral do Cpers-Sindicato, realizada nesta terça-feira, no Colégio Cândido José de Godoi, em Porto Alegre. A votação ocorreu em urnas. O sindicato deliberou ainda a continuação da mobilização contra o pacote do governador Eduardo Leite. Segundo a presidente do Sindicato, Helenir Schürer, a suspensação da paralisação busca preservar o salário da categoria e manter o compromisso com estudantes e comunidade escolar.

Além de discutir a suspensão, os servidores presentes rejeitaram a proposta de acordo de greve do governo, que previa o pagamento dos dias parados mediante a recuperação das aulas e o posterior desconto dos valores ao longo de seis meses. Helenir classificou, nesta terça, a proposta do governador como “indecente”.

Ficou definido que a próxima atividade da categoria é um ato na Praça da Matriz, no dia 27 de janeiro, quando pode haver a convocação de uma sessão extraordinária para a votação do restante do pacote de Eduardo Leite na Assembleia Legislativa. A mobilização – com acampamento no espaço público e paralisação nos dias de votação – só ocorrerá se a sessão for convocada pelos deputados gaúchos.

Nesta terça-feira, a paralisação de atividades escolares chegava a 57 dias no Estado. A greve foi encerrada na semana seguinte a uma série de dois dias de reuniões entre Cpers e Governo do Estado. Segundo o levantamento do Sindicato, a greve teve adesão de 80% da categoria, um total de 1.530 escolas paralisadas total ou parcialmente desde 18 de novembro.

Correio do Povo




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