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quarta-feira 21 Fevereiro 2018
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Entidades ligadas à Segurança no RS fazem 15 horas de paralisação nesta sexta

Servidores da Brigada Militar, Policía Civil, Susepe, Bombeiros e IGP devem aderir ao protesto contra parcelamento

Servidores da Brigada Militar, Policía Civil, Susepe, Bombeiros e IGP devem aderir ao protesto contra parcelamento | Foto: Alexandre Mendez / CP Memória

Servidores da Brigada Militar, Policía Civil, Susepe, Bombeiros e IGP devem aderir ao protesto contra parcelamento | Foto: Alexandre Mendez / CP Memória

Pelo menos cinco sindicatos ligados à manutenção da segurança pública no Rio Grande do Sul orientaram os filiados a paralisar as atividades ou fazer operação-padrão, nesta sexta-feira. A Ugeirm, representando os policiais civis; a Abamf, dos cabos e soldados; a Amapergs, dos servidores da Susepe; o Sindiperícias, do IGP, e a Abergs, do Corpo de Bombeiros, já garantiram adesão ao movimento. O ato busca cobrar uma posição do Judiciário em relação ao descumprimento de decisões judiciais pelo governo de José Ivo Sartori (PMDB) sobre parcelamentos de salários. A manifestação deve durar quinze horas, das 6h às 21h.

A manifestação vai contar com um ato em frente ao Foro de Porto Alegre, por volta das 10h, quando um documento com as reivindicações dos servidores vai ser entregue. Cidades do interior também realizarão atos, no mesmo horário, nos Foros de cada município. Além disso, os serviços prestados pelas entidades que compõem o chamado Bloco da Segurança também serão paralisados ou funcionarão de modo reduzido.

A Brigada Militar, por exemplo, garantiu que apenas vai para as ruas com equipamentos que estejam em condições de uso e dentro do prazo de validade. Já a Polícia Civil deve atender apenas a casos graves ou urgentes. Bombeiros e agentes da Susepe e do IGP também farão a chamada operação-padrão, atendendo apenas a serviços essenciais.

Correio do POvo