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terça-feira 25 junho 2024
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Rússia confirma atacar instalações militares ucranianas com “armas de alta precisão”

Moscou começou uma ofensiva militar contra a UcrâniaImagens de satélite mostram deslocamento de tropas russas

Imagens de satélite mostram deslocamento de tropas russas 

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O Exército russo afirmou nesta quinta-feira (24) que está atacando instalações militares na Ucrânia com “armas de alta precisão”, após o início de uma ofensiva militar contra aquele país, disseram agências de notícias russas. “Infraestrutura militar, instalações de defesa aérea, aeródromos militares e a aviação das forças armadas ucranianas estão sendo neutralizadas com armas de alta precisão”, declarou o Ministério da Defesa russo, citado pela agência TASS.

Pelo menos duas explosões foram ouvidas na capital, Kiev, segundo jornalistas da AFP. Na cidade portuária de Mariupol, a principal metrópole controlada pelo governo ucraniano perto da linha de frente no leste do país, também foram ouvidas fortes explosões, assim como em Odessa, no Mar Negro, e em Kharkov, a segunda maior cidade do país, perto da fronteira com a Rússia

As autoridades russas também cancelaram nesta quinta os voos para grandes cidades no sul do país, perto da fronteira com a Ucrânia. Voos para Rostov, Krasnodar, Sochi e Anapa, cidades perto da Ucrânia ou ao longo do Mar Negro.

O ministro ucraniano das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, acusou  o presidente russo, Vladimir Putin, de lançar uma “invasão em larga escala” contra seu país. “Cidades pacíficas ucranianas estão sob ataque”, tuitou Kuleba.

“É uma guerra de agressão. A Ucrânia vai se defender e vencer. O mundo pode e deve frear Putin. A hora de agir é esta”, acrescentou.

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia acusa a operação militar russa em andamento de busca “destruir o Estado ucraniano, tomar seu território à força e estabelecer uma ocupação”. O ministério exorta a comunidade internacional a “agir imediatamente”.

“Somente ações unidas e fortes podem parar a agressão da Ucrânia por Vladimir Putin”, afirmou.

Correio do Povo




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