Justiça mantém proibição de equipamentos de bronzeamento artificial
Seção Judiciária de Tubarão (SC) analisou o caso




Na manifestação protocolada no processo, a AGU defendeu o poder da Anvisa para restringir serviços que possam causar riscos à saúde da população.Em 2009, a Resolução 56 da Anvisa proibiu o uso de equipamentos de bronzeamento artificial. Conforme a norma, não há como determinar nível seguro de exposição aos raios ultravioletas, que podem causar câncer de pele.
FONTE Agência Brasil