O homem suspeito de matar a professora Glória Werkhausen, 43 anos, em Constantina, no norte do Estado, teve a prisão temporária convertida em preventiva.
A Polícia Civil também informou que ele será indiciado por feminicídio majorado por asfixia, ocultação de cadáver e incêndio doloso.
Segundo o delegado Cristiano De Bone, responsável pela investigação, o pedido de conversão da prisão foi feito na semana passada e a prisão preventiva foi decretada na sexta-feira (7).
Como o suspeito já estava preso temporariamente, o novo mandado foi imediatamente cumprido.
Glória foi encontrada morta em 12 de julho, depois que um incêndio atingiu a casa onde morava, no bairro Florestal. Inicialmente, havia suspeita de que a professora pudesse ter cometido suicídio. A investigação, porém, apontou indícios de que a morte foi provocada pelo ex-marido e que a cena teria sido forjada.
A perícia identificou um corte no pulso direito da vítima e marcas de esganadura no pescoço. Conforme o delegado, o ferimento no pulso teria sido provocado pelo autor.
Glória era destra, o que, segundo a investigação, indica que ela não poderia ter feito o corte daquela forma.
O incêndio também se concentrou na região onde o corpo foi encontrado, na sala de estar.
Para a Polícia Civil, os elementos reunidos durante a investigação levaram o caso a ser tratado como feminicídio.
O ex-marido de Glória foi preso temporariamente ainda em 16 de julho.
Os dois haviam mantido um relacionamento por cerca de 25 anos e estavam separados havia aproximadamente quatro meses.
Fonte: GZH

























