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quarta-feira 4 março 2026
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Macron anuncia reforços militares no Oriente Médio, incluindo porta-aviões Charles de Gaulle

Macron anuncia reforços militares no Oriente Médio, incluindo porta-aviões Charles de Gaulle
Após o fechamento do Estreito de Ormuz, presidente defende coalizão para proteger rotas estratégicas

Macron anuncia anuncia intenção de formar coalizão com meios, inclusive militares, para proteger rotas marítimas essenciais à economia global

Macron anuncia anuncia intenção de formar coalizão com meios, inclusive militares, para proteger rotas marítimas essenciais à economia globa

O presidente francês, Emmanuel Macron, anuncia nesta terça-feira (3) o envio de reforços militares ao Oriente Médio, incluindo o porta-aviões Charles de Gaulle e sua escolta de fragatas, que já estão a caminho do Mediterrâneo.

O Oriente Médio é cenário de uma guerra desencadeada no sábado pelos ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irã, matando o líder supremo iraniano, Ali Khamenei.

Em resposta, o Irã começou a atacar países do Golfo que são aliados dos Estados Unidos, mirando especialmente contra bases militares e os interesses de Washington na região.

“Dei ordem ao porta-aviões Charles de Gaulle, aos seus meios aéreos e à sua escolta de fragatas para se dirigirem ao Mediterrâneo”, afirma o presidente em um discurso televisionado.

Macron detalha reforços no Oriente Médio

Macron também anuncia que enviará aviões Rafale, sistemas de defesa antiaérea e de radar aerotransportado, que foram mobilizados “nas últimas horas”; e que enviará para o Chipre a fragata Languedoc e meios antiaéreos.

No Chipre, a base britânica de Akrotiri foi atingida por um drone, o que levou o Reino Unido a enviar um navio de guerra e helicópteros para a região, segundo anuncia nesta terça-feira o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

Estreito de Ormuz é fechado

A causa do conflito, o Estreito de Ormuz, por onde transita 20% do petróleo e do Gás Natural Liquefeito (GNL) que é consumido no mundo, está fechado ao tráfego e as principais empresas de navegação suspenderam suas rotas.

Neste contexto, Macron anuncia que quer construir uma coalizão para reunir meios, “inclusive militares”, que sirvam para garantir a segurança nas “vias marítimas essenciais para a economia mundial”.Da mesma forma, o chefe de Estado francês indica que a França havia abatido drones “em legítima defesa” desde “as primeiras horas” da guerra e que duas bases francesas foram alvo de “ataques limitados, que causaram danos materiais”.

Correio do Povo




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