Pimenta iniciou o programa abordando a relação entre Brasil e Estados Unidos, além de criticar o que chamou de “veneração” aos norte-americanos. Também citou o chamado “tarifaço” e afirmou que as medidas afetam a indústria gaúcha, relacionando o assunto à defesa dos interesses do Brasil e do Rio Grande do Sul. Manuela D’Ávila citou os ataques de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas. A candidata relacionou o episódio ao debate sobre soberania e afirmou que o Brasil não deve se submeter “aos traidores da Pátria”.
Marcel van Hattem (Novo) também mencionou os protestos de 2013 e criticou os governos de Dilma Rousseff e Lula. O candidato afirmou que nunca se calou diante de questões políticas e dedicou parte da propaganda ao caso Master. Também citou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e defendeu a saída do magistrado da Corte. Ao final, utilizou a expressão “Viva o Brasil”. Ubiratan Sanderson (PL) iniciou a propaganda com uma referência ao 7 de setembro e à Independência do Brasil e, em seguida, mencionou os 400 dias de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Sanderson afirmou que Bolsonaro é vítima de perseguição política e utilizou a data comemorativa para abordar a situação do ex-presidente.
Milton Cardoso (PSDB) fez críticas ao STF e utilizou a propaganda para se apresentar aos eleitores, sem citar diretamente a data de 7 de setembro. Germano Rigotto (MDB) mencionou a crise envolvendo as instituições e defendeu um Senado com maior atuação, além de afirmar que o Parlamento não deve “se acovardar”. A propaganda teve música brasileira como trilha sonora. Frederico Antunes (PSD) citou Alexandre de Moraes e defendeu a responsabilização e punição de autoridades, além de falar sobre a defesa dos interesses do Rio Grande do Sul.