O crime aconteceu no dia 12 de julho de 2026 em Constantina, no norte do estado.
A vítima, uma mulher de 43 anos, era professora.
O laudo da perícia confirmou que a causa da morte foi asfixia por esganadura.
A investigação também concluiu que, após matar a ex-companheira, o suspeito ateou fogo no imóvel na tentativa de alterar a cena do crime e dificultar o trabalho das autoridades.
O acusado está preso desde o dia 16 de julho.
A promotora Carolina Zimmer, responsável pelo caso, ressalta que o caso chocou a comunidade.
“O município é pequeno e pacato e a vítima era uma professora bastante conhecida e benquista.
O modo como o crime foi cometido também gerou comoção, considerando que, além do feminicídio, ocorreu a tentativa de destruição do cadáver e o incêndio”, afirma.
A promotora destaca ainda que o MPRS permanece à disposição dos familiares da vítima para acolhimento e acompanhamento durante a tramitação do processo.
“O Ministério Público seguirá atuando para buscar a responsabilização do denunciado e o esclarecimento completo dos fatos”.