Foto : Carlos Moura / Agência Senado / CP
Governistas alegam que tinham maioria na votação e que o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), fez a contagem de forma errada, favorável à oposição.
Alcolumbre argumenta que os 14 votos dos governistas contra a quebra de sigilo não seriam suficientes para vencer a deliberação, já que a sessão da CPMI contava com 31 parlamentares, ou seja, a maioria seria de 16 nomes.
Alcolumbre afirma também que a presidência do Senado só deve agir em casos “excepcionais”, que a votação de quebra de sigilo de Lulinha não configura anormalidade e que as votações de comissões devem ser respeitadas.